Domingo, 1 de Abril de 2012

ARTISTAS CÚMPLICES

Este blog é dedicado às MULHERES ARTISTAS, que têm uma história comum (comigo), em épocas diversas...está ainda em fase de desenvolvimento...
Aconselho irem às mensagens antigas.

Terça-feira, 29 de Novembro de 2011


Conheci a Alexandra em 2009, através da Raquel Freire - cineasta - a partir daí estabelecemos uma amizade de cumplicidades....até parece que nos conhecemos há muito tempo! Logo de imediato começamos a conversar, antes da projecção do filme da Raquel no cinema Saldanha. Fique impressionada porque me disse que cortava letras de vários tamanhos e andava à procura de mapas de Países, ao ver o seu trabalho tão elaborado e com tantos recortes colagens de peças e pecinhas, como se «bordasse» a 3ªdimensão... descobrimos que tínhamos exposto juntas no Museu das Telecomunicações, com o tema «Caligrafias» e a curadora foi a MªJoão Fernandes, antes de a conhecer e já o seu trabalho, despertou a minha atenção!

Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011

Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011

Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

Segunda-feira, 23 de Maio de 2011


NO MUNDO DA GRAÇA BORDALO PINHEIRO

NO MUNDO DA GRAÇA BORDALO PINHEIRO

Domingo, 7 de Setembro de 2008


Conheci a Vieira da Silva, pessoalmente, através do Eduardo Luis nos anos 80, quando estava a viver em Paris.A apresentação foi na Galeria Jeanne Boucher, na sua exposição, (a primeira depois da morte do seu marido), o pintor Arpad Szenes.
Chamou-me a atenção porque os quadros eram bastante luminosos com muitos brancos...
Perguntei-lhe o porquê e ela retorquiu-me com outra pergunta: «O que está a fazer em Paris?», e foi o Eduardo Luis que respondeu:«lembra-se quando vim para Paris, a minha tutora foi a Vieira, para conseguir a bolsa da Gulbenkian? Então, agora eu sou o seu tutor», ao que ela me perguntou: «Ele está a orientá-la bem?», resposta de Eduardo. «sou mais um que a desorienta...», no seu jeito irónico|
Voltei a vêr a Vieira mais tarde, na sua casa e atelier em Yèvre le Chatell, onde eu também, passava os fins de semana em casa de Eduardo e de sua companheira Brigitte.
Foi aqui que se deu um episódio curioso: fiquei fascinada com as trepadeiras que cercavam as casas, as flores, a minha atenção prendeu-se numa flor-fruto a Physalis,
de imediato, arranquei algumas, para desenhar e venho ter com Eduardo, a contar o meu fascínio, levei logo uma reprimenda, porque o quintal era da Vieira «e mesmo que não fosse, aqui não se rouba nada! Toda a gente se conhece, vai lá devolver as flores e pede desculpas à Vieira|»

Assim o fiz e qual é o meu espanto, a Vieira devolve-me as flores e comenta:« Oh! eu também roubo!»

Mais tarde vi a Vieira da Silva numa homenagem que o governo na altura lhe fêz, encontreia-a sòzinha num canto e por alguns instantes fiz-lhe companhia.
O que mais admiro(para além da sua pintura), nesta mulher è a sua descrição e ter tido a sorte de encontrar um marido que, por amôr se anulou para o seu amôr brilhar| Coisa rara!

Vieira, no seu Atelier em Paris anos 50 (?)

Pintura a óleo de Vieira da Silva.

Pintura de Vieira da Silva.

Buganvilias na Tapada da Ajuda.

Uma fotografia maravilhosa que Cristina Ataíde fêz de um trabalho meu, apresentado num «work shop» sobre «Land Art», em 2005 na Tapada da Ajuda.

Cristina, desmontando Exposição no Pavilhão Branco em 2005.

Cristina Ataíde desmontando a Exposição realizada no Pavilhão Branco (Museu da Cidade),
2005

Quarta-feira, 30 de Julho de 2008


Recente visita ao atelier de Cristina Ataíde, 29 de Julho/08.
As nossas histórias cruzam-se no tempo com intervalos de viagens que se vem mantendo, com regularidade, há cerca de 16 anos.
Mais adiante contarei como nos conhecemos e algumas das nossas cumplicidades...

No mesmo atelier em 29 de Julho de 2008.

A minha primeira visita ao seu novo atelier, há cerca de seis anos.